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Marta Sobral conta sua história para o Dia do Desafio

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A jogadora de basquete Marta Sobral, ouro nos Jogos Pan-Americanos de Havana em 1991, conta um pouco de sua trajetória para o Dia do Desafio. “A Marta é de uma família de atletas que veio para Santo André e conquistou o mundo”, diz em entrevista para a Agência Mural de Jornalismo, parceira do Sesc no evento global. A caçula Leila Sobral, inclusive, foi prata junto da irmã nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 96.

As irmãs Sobral e sua equipe, a primeira grande geração do basquete feminino, com Janeth, Magic Paula e Hortência no pódio de Atlanta (Foto: Divulgação)

Bronze em Sidney, 2000, a pivô, hoje com 55 anos, diz que ainda bate “uma bolinha” aos fins de semana. Da época de atleta herdou bons hábitos ou, em suas palavras, “uma vida mais regrada”. Comer bem, dormir cedo e cuidar do corpo são lições do esporte que, de acordo com Sobral, mudou sua vida.

“Não é fácil ter as portas abertas quando se mora em uma comunidade. Como comecei a jogar basquete, a minha família toda foi para o mesmo caminho”, afirmou a atleta que se mudou com a família da Freguesia do Ó para Santo André, onde começaram a praticar o esporte no clube da empresa em que seu pai passou a trabalhar.

Além dos jogos com amigos nos finais de semana, diz ainda fazer caminhadas esporádicas durante a semana no parque. “Quem nunca fez (alguma atividade física), comece devagar, fazendo caminhada em um lugar arborizado como este”, dá a dica, “e continue pelo resto da vida, porque fazer atividade física é muito importante”, completa.

 

Assista depoimento na íntegra no vídeo abaixo: